terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Recordando outros carnavais

O tempo passa a voar e, se ontem foi a passagem de ano, daqui a nada está aí o Carnaval. (Lembro-me ainda, quando era adolescente, que uns dias a seguir ao Ano Novo, a garotada começava a rebentar bombinhas de Carnaval, quase cosendo as duas datas festivas…).

Provavelmente para fazer justiça a esses tempos, ocorre-me agora a viagemdecasaascostas de 2008, em épocas de Entrudo. O pretexto era mesmo viajar; a temática a tradição das máscaras, das carantonhas, dos mascarados, dos caretos.

Desta vez o Carnaval comemorou-se cedo (dia 3 de Fevereiro era domingo Gordo), pelo que o Inverno ainda se fazia sentir e bem! O frio acompanhou-nos sempre e, infelizmente, a chuva.
No sábado, preguiçámos na viagem e, se o destino era Podence, talvez com pernoita em Foz Côa, optámos por parar mais cedo, por volta das 17.30, em Freixo de Numão, naquele que é um local já consagrado a AC. Lá estava uma francesa e nós. Água e local de despejo. Dedicámo-nos, com o frio, à vidinha caseira: copas, “olho do K”, leituras…

No dia seguinte, a chuva instalou-se de vez , mas mesmo com ela as visitas ao Vale “rupestre” do Foz Côa estavam esgotadas até dia 5. Felizmente que as lojas dos chineses não conhecem feriados sejam eles gordos ou magros, já que o esquecimento dos chapéus-de-chuva nos levou a Marcos de Canaveses à procura dos ditos cujos.
Dali a Podence a excitação era grande porque a vontade de ver a chocalhada era muita.

“Os Caretos representam imagens diabólicas e misteriosas que todos os anos desde épocas que se perdem no tempo saem à rua nas festividades carnavalescas de Podence – Macedo de Cavaleiros.
Interrompendo os longos silêncios de cada Inverno, como que saindo secretos e imprevisíveis dos recantos de Podence, surgem silvando os Caretos e seus frenéticos chocalhos bem cruzados nas franjas coloridas de grossas mantas."

O programa das festas (previamente consultado na net), dizia-nos que o desfile seria por volta das 15h, creio. Até lá, havia tempo, qual Óbelixes, para um belo almoço de leitão assado no, certamente, melhor (e creio que único) restaurante da terra. Mas se o gaulês comemora no fim da festa, a nossa comemoração foi antes e não nos deu muita sorte. A partir dali a chuva foi basicamente o som que se fez ouvir. O desfile dos Caretos que, segundo a tradição, se despede do Inverno e saúda a Primavera, não pôde mostrar-se nem renovar as estações.
Graças à chuva, os trajes coloridos, feitos de colchas franjadas de lã ou linho, não se atreveram a soltar-se ruas fora, ensopando-se em mantas pesadas e impossibilitando a correria e a energia máscula dos homens que as vestem. Se os chocalhos à cintura têm como finalidade assinalar os dias do calor que se aproximam, era óbvio que o tempo lhes cortava as voltas. Mesmo assim, soava aqui e ali um chocalho mais afoito que nos fez correr até à tenda gigante montada para a exposição da Festa. Lá dentro, aquecedores gigantes e muita animação: gaiteiros da nuestra hermana España e os tão esperados acabaram por dar caras, ou melhor, dar às ancas em cima do mulherio que ria de prazer e dor. Bem esperámos que o sol os aplaudisse e aparecessem, mas acabei a levar com os chocalhos mesmo ali, debaixo de chuva e frio.

A esperança extinguiu-se e a noite foi passada em Bragança, debaixo de frio, num local pacato e simpático: frente à antiga gare de comboios. Apesar das expectativas furadas, na Casinha reinou a boa disposição, à excepção de algumas reticências do mais jovem que não olhou com bons olhos a energia e as carantonhas dos caretos.
Afinal há sempre locais a conhecer cá dentro, Bragança era um dos que nos faltava. A manhã de segunda foi passada ao longo do seu centro histórico.

Para rimar com a temática da viagem, aprofundámos os nossos conhecimentos sobre as máscaras e trajes de Carnaval tradicionais, no Museu Ibérico da Máscara, simpático e acolhedor.
Incrível como a tradição se repete por essas aldeias espanholas.Quem sabe um bom roteiro para outros carnavais…







À tarde, visita rápida a Murça para ver de perto a sua porca.





Final de dia em Vila Real para um banho de sétima arte: o último com Johnny Deep – Swenney Todd, um musical fabuloso mas tenebroso.
Pernoita mesmo ali perto do shopping Dolce Vita, ao lado de uma zona residencial, com algum barulho de música de noite, mas sofrível.
Terça-feira de Entrudo e desta vez a chuva não ia estragar a festa. Era a nossa secreta (e bem apregoada) esperança, já que o plano era seguir de perto outras andanças carnavalescas de ar livre. Às 11.30, com medo de perdermos o lugar, já estávamos às portas de Lazarim , uma aldeia ao longo de estrada magra com pouco espaço para AC. Coubémos.
Na padaria (a única da aldeia) fazia-se fila para o pão e bola de carne. Foi o nosso almoço, apesar de a tenda gigante no centro da aldeia, nos acenar com um belo cardápio regional. Das 14.00 às 19.00 vimos desfilar um grupo singular de máscaras e de trajes, numa manifestação de alegria invulgar e insólita. Contrariamente a Podence, aqui a mulher também participa e, pelo que vimos, concorrendo em força.









(abertura do desfile pelos padrinhos)












De trapos velhos, de palha e outros constituintes da mãe-Natureza, a criatividade e o engenho mostra que não é preciso seda e riquezas para criar o belo e colorido. Para além do desfile toda a manifestação é original: a abertura do desfile pela madrinha e padrinho lida de um balcão, a leitura dos testamentos, com a sua linguagem pícara e picante visando alvos conhecidos da aldeia (e a corarem ali ao nosso lado), o concurso das máscaras e a queima dos bonecos de palha. Ao que parece os testamentos são redigidos ao longo do ano, logo a seguir ao dia de Entrudo. Os deste ano certamente já estarão destinados e redigidos, provavelmente não às escondidas, em velhos barracões e palheiros, mas quem sabe, na troca de e-mails e sms já que muitos dos jovens participantes estudam na cidade e vão à “terra” pela altura das festas.


(leitura dos testamentos)










(queima do boneco)

O epílogo da festa é de barriga cheia, já que se oferece a todos (aldeãos e forasteiros) um caldo de farinha e feijoada ali mesmo cozinhados, em panelas de ferro, ali, no centro da praça e ao vivo. O calor das brasas, do vinho e da alegria acompanharam-nos até Viseu, onde cortámos o banho pagão com um Ásterix na tela da sétima arte, in Fórum Viseu. Pernoita no antigo Rossio, quase ao lado do Viriato e de duas carrinhas itinerantes.

(preparação da feijoada)

Já de regresso, a nostalgia do passado acenava e não resistimos ao apelo da voz coimbrã, mas à beira-rio já não há lugar para AC. Aliás, a senhora do parque de estacionamento esclareceu-nos que toda aquela zona não é aconselhável a pernoitas, dado que o amigo do alheio por ali já actuou algumas vezes com estrangeiros e portugueses. A ideia era só almoçar, mas registámos, com pena. Afinal em Coimbra tem de se pernoitar no Camping? Não há outros locais exteriores possíveis?
Era o fim das curtas férias, não havia tempo para indagar… se alguém souber de algo interessante naquela que é uma das nossas cidades eleitas, que diga.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Carnaval de 2003, na Serra da Estrela




Não que tenhamos lá ido agora, recentemente… mas o frio inspirou-me a ir buscar imagens do passado, não muito longínquo é certo, mas quando olho para a evolução das crianças parece que foi há tanto tempo…
Afinal foi só ali, em 2003, na Serra da Estrela, por volta do Carnaval, sentado nas páginas do início de Março.
A curta estadia permitiu-nos apenas a visita a alguns pontos, apesar de o objectivo chave ser a neve.
Para “hotel” ficámo-nos pelo “SkiParque”, com pista de alcatifa branca e camping .
É claro que um de nós experimentou as malfadadas lições de sky, para concluir que o seu futuro estava mais ligado à água.

Fora esse pequeno percalço, meramente pontual, um capítulo da história familiar completamente encerrado, ficou na memória a paisagem circundante e o fazer-de-conta que a neve da pista e o nosso “profissionalismo” era à séria.

A pernoita não se revelou, no entanto, muito prática: caro relativamente às condições (provavelmente por alguma circunstância ocasional, a água corria num estreito fio que mal dava para lavar a loiça, quanto mais para o banho…). Mas a paisagem conquistou-nos, repito, e como por aquelas bandas nada mais há (achámos nós – se houver digam-nos…) de interessante para AC, ficámos duas noites.
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É claro que cedo nos fartámos da neve artificial e partimos para “the real one”. Como as aulas de sky não fizeram milagres, optámos pelo “sku” em sacos e pranchas de neve. Mais divertido, sem dúvida.
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O almoço foi mesmo ali, estacionados ao lado da neve, num terreno lisinho de terra ainda não inundada de neve, o pior foi quando quisemos sair e a Casinha decidiu atascar-se. Não fora um rol de homens musculosos e ainda lá estaríamos…
Uma das noites ainda experimentámos o Parque Pião, mas decididamente não compensa e não prima pelo interesse e beleza.
Almoçar a gastronomia regional é sempre algo que se deve desfrutar, por estas bandas: trutas, migas de bacalhau e, evidentemente, requeijão com doce de abóbora!!!
O regresso foi por Côja e, pela segunda vez na vida, apanhámos o desfile de Carnaval. Sempre ouvimos boas referências do camping de Côja, mas infelizmente fecha no Inverno. Optámos por o de Arganil, onde já havíamos passado uma semana há uma eternidade, ainda sem filhos, apenas com o Fox (o nosso saudoso pastor “melga”).

Um bom ponto de relaxe, com alguns holandeses que, pelos vistos, passeiam todo o ano. Pois, eu faria o mesmo se já estivesse na reforma…

Até lá, contentemo-nos com estas pequenas saídas, nem que seja como hoje, cinco anos depois , a recordar uns diazitos de férias “Cá dentro”.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Outros primeiros de Dezembro


Em 2006, por mera coincidência certamente, também procurámos o poiso de Lisboa para dormir e os pastéis de Belém para saborear. Há prazeres que se instalam como as rotinas…



Dessa vez aproveitámos para visitar a exposição de Star Wars , “em cena” no Museu da Electricidade.







No 2º dia, à tarde, voámos rumo a Óbidos e, sem sabermos, a pequena vila era palco de outra feira, desta feita “Óbidos, vila-Natal”.



Digo, “desta vez”, porque no 10 de Novembro (apenas umas semanas antes) tínhamos lá ido visitar a Feira do Chocolate. Mas, se a primeira teve alguma graça por ser novidade, e pelo cheiro colante do chocolate; desta vez, apesar do nosso espanto ao vermos a versatilidade e rapidez com que os comerciantes se adaptaram a nova temática, não lhe encontrámos qualquer tipo de criatividade. Momentos houve em que roçava o pimba e o vulgar.



(montra apetecível)
Impressionante é ver também como o clima muda radicalmente em menos de um mês. Da primeira vez ainda aproveitámos para ir à praia, na Foz do Arelho.
Até fizemos um piquenique na área onde costumam parar as AC (frente ao Inatel), onde dormimos, e as crianças molharam os pés na água do mar, depois de um “Maria dá licença, quantos passos dou…”. Nesse dia tínhamos visitas connosco e a Casinha tornou-se numa vivenda… Da segunda vez, para sorte do evento vila-natal, o frio acompanhava a neve artificial lançada pela máquina faz-neve.
Em Óbidos, as alterações têm sido também frequentes no que respeita à pernoita de AC: em Novembro ficámos quase ao lado da entrada principal da vila, em Dezembro rente à muralha do outro lado e, dois anos mais tarde, a proibição rente à muralha já era “lei”.

Agora, mais ao fundo, após a muralha, existe um pequeno parque privado, explorado por um funcionário da Câmara de Óbidos. É vedado, paga-se (6€), e tem as condições essenciais. Estreámo-lo quatro dias depois da sua inauguração, em Março de 2007, quando vínhamos, de passagem, do Norte. (N39º21’22’’W9º09’25’’)
Depois de vasculhar o diário de bordo da Casinha, constato agora que também no 1º de Dezembro de 2007 nos ficámos por Lisboa. Andaremos nós a ficar sem imaginação?
Comemorava-se, frente à Torre de Belém, o Dia Internacional da Sida e vislumbrámos ao longe o vocalista dos Da Weasel. Os mais novos acham sempre o máximo, ver ao vivo o que aparece na TV…


Fizemos a visita ao interior da Torre e pela primeira vez fomos até à Colecção Berard, no CCB. Algumas peças e obras interessantes, por exemplo, Paula Rego, claro.
As noites, essas, foram passadas mesmo frente ao rio, a sentir a maresia e a música das gaivotas. Este local era, de facto, mais interessante do que o actual.

(Não é Paula Rego, mas causou certamente alguma polémica)






Será que a Câmara de Lisboa tem para breve a construção de uma zona para AC? Ouvi dizer…

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Fim-de-semana do 1º de Dezembro, 2008


Um fim-de-semana frio, chuvoso, de neve até. Mas não foi isso que nos impediu de dar um giro.
À semelhança de outras etapas, a 1ª noite seria dormida em Lisboa. Não já no sítio do costume, mas uns metros antes, perto do Museu da Electricidade. Só porque reparámos que era por aí que parava a malta e no outro local não havia vivalma. Quer isto dizer que se confirmam os rumores de que ao lado do Padrão já não é possível?! Ficámos sem saber, porque não chegámos a ir lá.
Lisboa é sempre espaço e tempo para fazer rotas históricas, culturais, ou comerciais. Para além da praia, das caminhadas, do andar de eléctrico, metro, comboio…
Desta vez foi a vez do cinema.


Ensaio sobre a cegueira, baseado na obra de José Saramago, que é em tudo muito mais que o filme: mais palavras num estilo inconfundível (o de Saramago) que ali nem se vislumbra; mais romance (o filme toca ao de leve a história de amores da prostituta e do velho negro); mais violência; mais sofrimento; mais dor… mas normalmente entre o filme e o livro, prefere-se sempre o livro, por isso não é nada de novo.
Mas ainda assim a brancura do leite da cegueira, os ângulos e planos de Fernando Meireles são únicos. O filme é para ver, sim senhor. E gosta-se.
A música da chuva no tecto da Casinha dá-lhe aquele tom de balada mesmo boa para embalar e… adormecer.
Acordar e ter como pequeno-almoço uns pastéis de Belém também é outra espécie de balada… gustativa.
Se não fossemos preguiçosos, poderíamos ter visitado o Palácio da Pena pela manhã de domingo, o que implicava visita grátis. Assim, da parte da tarde, armados em indolentes e dormentes, há que puxar os cordões à bolsa e pagar20€ (bilhete familiar).
Com o frio nada como subir o íngreme caminho até ao Palácio. Debaixo dos polares e das lãs, a humidade sua e aquece.
Chegados ao topo do portentoso edifício, até nos esquecemos que faz frio e não está sol, porque os cortes e recortes, formas e cores são um apelo à fotografia. Pena que a Pena não esteja mais brilhante de cores. Umas limpas e renovadas demãos não seriam pedir de mais. D. Fernando II agradeceria.








Que rei foi este que no alto do monte espesso e denso de vegetação se lembrou de erguer tão insólita construção?
De nome Fernando Augusto Francisco António de Saxe-Coburgo-Gota, passou à história como "O Rei-Artista".
Não terá sido ele o artista de tão sublime castelo, mas a sua mente artista maravilhou-se do topo escarpado, das ruínas (por essa altura o que existia era um velho convento), do Castelo dos Mouros, das matas.

Em pleno romantismo o espaço não podia ser mais romântico e daí que, o Rei-Artista, casado com a Rainha D- Maria II, o mandasse edificar, como sua residência de Verão. Um paço acastelado romântico, verdadeiramente eclético, no qual se encerra um autêntico manual de estilos arquitectónicos: neogótico, neomanuelino, neo-islâmico, neorenascentista, com outras sugestões artísticas como a indiana.
Era a moda do exótico, do insólito, da paixão pelo “horror ao vazio”, ou seja, o Romantismo.
Visitar as suas salas e decoração até dói. Cada canto e recanto conhece mais uma cadeira, um otomano (sofá oriundo dos otomanos), mesa, cadeira, arca, cofre, e em cada mesa mais bricabraque, mais madeira, mais almofada, mais madrepérola. A vista sai dali cansada. Olha-se através da vidraça e a profusão continua, até a vegetação ocupa tudo sem deixar um espaço vazio. Novamente ideias do monarca que até na vegetação pensou, encomendando-a de outros países e até continentes.
(Tritão simbolizando a alegoria da Criação do Mundo.)
Do palácio até à praia, basta seguir a linha do eléctrico. Mas na praia (das Maçãs) estava um vento ciclónico, pouco simpático para embalar o sono…
Optámos por Sintra.
Pernoita num relaxe profundo (coordenadas: N38.79688º W009.38849º)

A Câmara de Sintra podia pensar em arranjar aquele parque de estacionamento com algumas facilidades para AC: bastava um ponto de água e sítio para despejos. Mas se calhar não vão achar boa ideia, porque ao que parece vão construir ao lado um novo museu. Por outro lado, se Sintra tem mais museus por metro quadrado do que qualquer outra vila ou eventualmente cidade portuguesa, talvez acolhesse bem a ideia. A avaliar pela procura (mais 3 AC estavam por lá e duas eram estrangeiras), talvez fosse mesmo uma boa ideia. Afinal Sintra é uma pepita e pérola turística.


O mau tempo agudizou-se, o que não favoreceu muitas mais saídas.
Ao cair da noite (ainda por cima tão cedo…), por que não actualizar leituras?
O mais recente de Anne Perry, por exemplo: O cadáver de Bluegate Fields.
Na capital londrina de finais de séc. XIX, um novo crime emerge. Apesar da passagem dos séculos, um tema eterno e tão actual: um jovem de boas famílias assassinado, abusado homossexualmente. A primeira suspeita recai no preceptor, mas conhecendo a faceta crítica da autora, suspeito que a balança vai pender para um outro culpado, no seio da aristocracia britânica.
A veia crítica de Anne Perry retrata sempre a hipocrisia da dita “society”, regida por uma ética absolutamente fingida e falsa, cujo verniz salta ao longo da narrativa, para vermos os lords e as ladies, a serem os maus da fita.
«Anne Perry tem duas forças: personagens memoráveis e uma capacidade única de evocar com uma enorme minúcia a sociedade victoriana.»
The Wall Street Journal
«Anne Perry consegue escrever policiais vitorianos de fazer inveja até a Charles Dickens.»
The New York Times Book Review

Sintra ainda assim com alguma luz...
No regresso, paragem em Setúbal para uns chocos fritos acompanhados com batatas fritas. Um outro modo de terminar os passeios sem sol: apurando o paladar com a boa gastronomia portuguesa.

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Para quem sonha com uma autocaravana, existem sempre novas formas de improvisar.

Um modelo-vespa, por exemplo.


À laia de barraca, mas com estilo:






Para quem, para além da paixão sobre rodas, tiver a dos barcos. Um auto-barco?!



Ou até mesmo um barco flutuante à beira-rio e com 2 andares?




Ou um velho autocarro inglês, com sotão...




E que tal uma varanda em casa de madeira com rodas?




Em estilo mansão circense...




É só escolher e ser um viajantecomacasaascostas!