sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Astúrias 2016 - Roteiro índice

1.  Caminho até Astúrias por terras portuguesas…

Figueira da Foz;
Montemor-o-Velho

  
( "she" and the men)

;


Porto

   
( mais exatamente Vila Nova de Gaia)




( a livraria mais "in" deste Verão);


Ponte de Lima
  
( a lenda da vila);


Viana do Castelo



(barco- hospital Gil Eanes);


Vila Nova de Cerveira




2.  
Caminho até Astúrias por Galiza:


Termas de Outariz (Ourense)



( água quase a 40 graus!!!)

Lugo 



( catedral)


Praia das Catedrais.



  3Astúrias, “paraíso natural” – mar e “pueblos”:

Tapia de Casariego



( Festival Intercéltico, grupo da Bretanha);


Ortiguera (praia de Arnelles)


(Cenário matinal visto da ASA em Ortiguera);


Cudillero






Praia de Rodilles;
Praia de Espasa




Arenal de Moris (caminho de Santiago)





Playa Ballota;


Andrin



(festas do "pueblo")

Lhanes





                     4. Astúrias, “paraíso natural” – rio:


Ribadesella;
Arriondas;
Rio Sella – canoagem





      5.  Astúrias, “paraíso natural” – montanha
Desfiladeiro de Beyos
Posada de Valdéon


  

( a melhor ASA das Astúrias)


Caim
Rota del Cares









              6. Astúrias, “paraíso natural” – história e monumentos:
     Castro de Coaña;
 Cangas de Onis


;
 Covadonga.



    7.   Caminho depois das Astúrias – Cantábria:
 Praia de Orinon ( permitidos cães)



Castro Urdiales
Cabarceno (Zoo)



(são mesmo elefantes !!!)


Comillas


( Gaudí)

     

           8.  Caminho depois das Astúrias – País Basco:


Bilbao;
Portugalete



(A ponte que é Património da Humanidade)

Sopela;
Zarautz


San Sebastian



festas da cidade



( os famosos pintxos!!!)


Vitoria






          9. Entrar em terras portuguesas:
Miranda do Douro


;
Macedo de Cavaleiros;
Vila Real;
Peso da Régua


;
Coimbra

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Não vão a Donostia?

18 e 19 de agosto

(Quase um ano depois e prestes – provavelmente – a repetir Donostia / San Sebastian, eis o fim do relato das férias de 2015.)


Afinal ainda assentámos mais uma noite em solo francês. Uma última noite já perto da fronteira com Espanha, em Saint - Paul les-Dax , ao lado de uns portugueses que nem sequer cumprimentaram, e depois de  termos estacionado ao lado de uns dinamarqueses que nos perguntaram se éramos oriundos da Polónia! ?
Essa foi a pernoita, com as coordenadas -1. 05112/ 43. 72389, área municipal gratuita.
Dali rumámos a Espanha para ver o mar em S. Sebastian/ Donostia. (ASA já conhecida: N 43º 18´28´´  W 2º  00´51,6´´,  ainda longe do centro). 


Estreámo-nos com a cadelita em autocarro, não se queixou, pudera, ao colo do dono!



Donostia continua simpática, estava cheia de sol, de gente, uns a banhos outros a passear pela avenida, pelas calles estreitas e castiças da “baixa”; os famosos “pintxos” a acenarem “comam-me, comam-me”; o som da pelota basca; cores e ruídos, gelados e calor… Não me importaria de morar em Donostia, mesmo sem AC, mesmo sem barco-casa.











Ainda há gente que passa ao lado desta estupenda cidade basca a pensar em terrorismo e tal , quando o terrorismo atual é muito outro e assola a qualquer porta , e não aproveita este sol, esta arquitetura, esta simpatia e este colorido basco?
(Desta vez foi só recordar, as palavras mais elogiosas, as descrições mais alargadas já aconteceram AQUI, leia e parta já de viagem! )

Quanto a nós, chegámos ao fim do relato sobre as férias 2015, depois de Donostia foi pisar alcatrão sem fim, até casa, Portugal.

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Parámos em Paray … sem convite para a peregrinação.

17 de agosto

Quando se mete a “cassette” de regresso, a viagem começa a perder piada. Tudo soa e cheira a fim de férias e ainda faltam centenas e centenas de quilómetros. À frente, o eterno alcatrão e a expectativa de uma paragem amena, interessante, bela. Quando não se conhece às vezes acerta-se , outras não.
Depois de muito alcatrão, estradas nacionais, regionais, perto das 18 horas apontámos para Paray-le-Monial, local completamente desconhecido , com ASA para descansar (o que não queria significar nada, porque em França qualquer lugarejo tem ASA).
Qual não foi o espanto quando a ASA nos pareceu diferente e animada, uma ASA em festa, diríamos: pavilhões, música, gente, muitos carros na suposta área para autocaravanas. Depois de parados é que percebemos: a localidade acolhia um encontro religioso, Paray é um forte centro de peregrinação devido à aparição do Sacré Coeur à freira Margarida Maria, depois consagrada Santa Marguerite. 






Antes disso, porém, a basílica de Paray foi um importante centro da ordem de Cluny durante a Idade Média. Arquitetonicamente falando, continua a ser um grande centro de atenções.



Também  o Hotel de Ville tem o seu charme , bem como a praça e as ruas envolventes. De noite, tinha tudo um ar de filme, alguns transeuntes e uma cadela louca (a nossa) a fazer círculos na praça. Nas capelas, orações e confissões.



A localidade é ainda atravessada por dois canais, num deles “estacionam” barcos-casas. (Sempre gostei de barcos-casas, é assim um parente de autocaravana mas sem alcatrão sob as rodas).


De manhã cedo continuava a azáfama das orações e cânticos, difícil foi sair do estacionamento, estava a ver que tínhamos de interromper a missa… felizmente alguém da organização nos viu e ouviu… e deu uma mão.

O alcatrão esperava-nos, acabavam-se os canais.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

França – Suíça - França

16 de agosto



E pronto, ali estávamos nós, literalmente a meio de agosto, num domingo certamente soalheiro e quente em Portugal, e ali, na Alemanha, paredes meias com o lago Constança… debaixo de chuva.






Num dos parques para AC, o mundo é pequeno, lá estavam os espanhóis que conhecemos em Strasbourg, parecia então uma eternidade, mas na realidade uns dias antes…
A cidadezinha, Meersburg, ou “Castelo do mar”, designação que aponta para o seu castelo datado do ano de 630, conhece a parte alta e a baixa. É na parte alta que se situa o castelo medieval, altaneiro, claro, com um olho atento ao inimigo e outro às águas do lago.



Frente ao castelo ainda um antigo palácio rosa, este de estilo barroco. Do seu terraço tem-se uma vista magnífica do cais e do lago Constança.




A parte alta é um nicho de ruas estreitas e coloridas, com a sua simpática arquitetura medieval.








Cosido ao Castelo Velho, dá nas vistas um antigo moinho de água, pertencente a uma casa particular mas aberto às lentes fotográficas de quem passa ao lado e às moedas que os desejos atiram.





A chuva abrandava a espaços, estava porém decidido que sairíamos da Alemanha para entrar em território suíço, preferencialmente por caminhos rurais de modo a evitar o pagamento da vinheta suíça para autoestradas.

O destino seria uma visita rápida às cascatas perto de Schaffhausen, uma queda de água considerada a maior da Europa, com uma altura de 150 metros e um cenário que, pelo menos teoricamente, parecia exuberante. Conseguimos estacionar perto da entrada num dos muitos parques existentes, mas a fantasia prometida em imagens, acabou por não nos deixar enfeitiçados como esperávamos.


Ou porque o volumoso número de turistas, mormente asiáticos em filas, com chapéus de chuva a servir de guia e lentes fotográficas a disparar continuamente para poses artísticas e estudadas ( ou selfies com sons agudos e sorrisos postiços), ou fosse porque , consequentemente, o local até indicava , na publicidade mural , possíveis carteiristas, o certo é que a ambiência nos deixou meio zonzos a olhar para o que parecia um cenário demasiado plastificado feito de barcos de aluguer e quedas de um Reno que não tinha a culpa. 







Acabou mesmo por ser uma visita de médico. Entrada rápida na Suíça, saída ainda mais rápida e eis-nos novamente em França, novamente em território alsaciano. Sem metas nem destinos fixos apontámos apenas um sítio que poderia ser calmo para passar a noite. Calhou-nos, e bem, uma pacata aldeia alsaciana, com área para AC ( N 47º 35’ 57’’ W 7º 13´27´´) ao lado de vivendas familiares e de um bar de madeira onde jovens jogavam às cartas, qual aldeia alentejana. Tinha porém nome difícil ,  Hirtzbach. Hirtz a fazer jus ao cervo do seu brasão e das suas florestas; Bach a relembrar o riacho que atravessa a pequena localidade.



De facto, ao longo do nosso passeio noturno, numa noite escura como breu e sem vivalma, apenas ouvíamos um burburinho suave que depois percebemos pertencer às águas calmas de um ribeiro que atravessava a rua principal. Ao longo da rua, “colombages” típicas e muitas flores em vasos pendurados ao longo dos gradeamentos das pequenas pontes.  Tudo adormecido. No outro dia de manhã percebemos que se tratava de uma daquelas vilas francesas que têm o maior orgulho em vestir-se de cores e flores, faz parte da longa lista francesa de  “Village fleuri” e já tinha um largo rol de troféus.

Ao nosso lado mais uns quantos franceses em AC que também eles dormiam… Bonne nuit!