"... a partir de certa idade nem nos governa a cabeça nem as pernas sabem aonde hão-de levar-nos, no fim somos como as criancinhas, inermes, mas a mãe está morta, não podemos voltar a ela, ao princípio, àquele nada que esteve antes do princípio, o nada é verdade que existe, é o antes, não é depois de mortos que entramos no nada, do nada, sim, viemos, foi pelo não ser que começámos, e mortos, quando o estivermos, seremos dispersos, sem consciência, mas existindo."
in O Ano da Morte de Ricardo Reis, José Saramago

e pela voz de um amigo que escreve por imagens: Fernando Campos.
1 comentário:
Olá. E hoje perdi-me mesmo neste blog as vossas aventuras. Para um principiante como eu, é gratificante beber tantas estórias, algumas que num futuro próprio quero imitar.
Cumprimentos
João Sá
http://viagemaolugarnuncapensei.blogspot.com
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