quinta-feira, 16 de abril de 2009

Novamente Granada, Páscoa 2007





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De cada vez que se vai a Granada, mesmo repetindo as mesmas ruas, há sempre algo de novo à espreita e sempre, sempre presente aquela atmosfera jovem, alegre, moderna e simultaneamente a ecoar o norte de África.
O Alhambra é visita obrigatória, sabendo de antemão que se deve reservar com antecedência e que, em qualquer dia ou época do ano, faça sol ou chuva, é difícil conseguir bilhete.
Depois de lá se entrar o mundo pára, a respiração também e percorre-se cada sala, cada jardim, sob nuvens…


( pormenor Alhambra)









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Para relaxar há sempre outros programas, mais uma vez com reminiscências de outras culturas e para despertar outros sentidos. Refiro-me, claro, aos banhos árabes. Um mergulho tépido, gelado, ou super-quente em piscinas exóticas, ao lusco-fusco, sob uma música relaxante e antes ou depois de uma massagem revigorante e suave. Há várias casas para o efeito, a “nossa” (passo a publicidade) foi a Hammam.















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Granada é também berço da tradição cigana… para lá das ruas do Albaícin e peregrinando pelos montes sagrados (?!) do Sacromonte, as grutas escavadas na rocha ainda lá estão, umas ocupadas pela comunidade hippie que pulula fortemente pela cidade, outras transformadas em bares típicos, outras aglomeradas no museu, outras fechadas, outras sabe-se lá quem albergam e porquê…





cueva a remodelar?



museu cuevas

museu



cuevas fechadas



cuevas com avançado

O flamengo, a música ao vivo, as sevilhanas, a dança do ventre seriam outras experiências a explorar, desta feita a estimular o sentido auditivo, mas ficarão para outras viagens e assim há sempre um motivo para voltar a “granadar” …

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