Em breve
Roteiro de Carnaval intitulado "SEM RUMO CERTO":
Fluviário de Mora-Abrantes- Tomar- Dornes-Miranda do Corvo - Semide-Lorvão-Coimbra-Miranda do Corvo-Óbidos- Mafra
Viajar, travel, voyager... com uma casa de rodas por essas estradas fora... AC, Campingcar, motorhome: por Portugal, Europa, Mundo. Relatos e imagens de como viajar com a casa às costas.E também palavras sobre coisas que gosto...
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quarta-feira, 9 de março de 2011
sábado, 21 de agosto de 2010
Ainda a tempestade
Sobrevivemos, apesar de tudo. Regressei a casa, coisa que parecia quase impossível.
Para além da máquina fotográfica (e das fotos pessoais e pelos vistos para sempre perdidas) , a chave da "casinha" também se foi.
Imaginam o que é querer conduzir , regressar a casa ou passear e não terem chave do carro? Especialmente quando esse carro é a vossa casa? Pois, foi essa a parte mais negra que me faltava contar.
O seguro não tinha nada a ver com o caso e tivemos de esperar que a chave suplente chegasse da santa terrinha via DHL. Felizmente chegou em menos de 48 horas e pudemos regressar a casa.
Já cá estamos , sãos e salvos, mas com uma energia muito tortuosa e abalada, afinal de contas alguém nos enfiou a mão - literalmente - numa alma que é nossa, em memórias que são nossas, em vidas e momentos que deviam ser privados. E tudo porquê? Porque infelizmente a desonestidade e a cobiça do alheio é um vício humano deveras forte, raios o partam - o Homem, claro!
Para além da máquina fotográfica (e das fotos pessoais e pelos vistos para sempre perdidas) , a chave da "casinha" também se foi.
Imaginam o que é querer conduzir , regressar a casa ou passear e não terem chave do carro? Especialmente quando esse carro é a vossa casa? Pois, foi essa a parte mais negra que me faltava contar.
O seguro não tinha nada a ver com o caso e tivemos de esperar que a chave suplente chegasse da santa terrinha via DHL. Felizmente chegou em menos de 48 horas e pudemos regressar a casa.
Já cá estamos , sãos e salvos, mas com uma energia muito tortuosa e abalada, afinal de contas alguém nos enfiou a mão - literalmente - numa alma que é nossa, em memórias que são nossas, em vidas e momentos que deviam ser privados. E tudo porquê? Porque infelizmente a desonestidade e a cobiça do alheio é um vício humano deveras forte, raios o partam - o Homem, claro!
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Imagens de bordo II
terça-feira, 6 de julho de 2010
Diários de viagem
Ao longo destes oito anos de viagem em AC, o acto (ato ??!!) de escrita tem ocupado páginas de folhas macias, recicladas , com linhas , sem linhas , mas sempre em branco, , claro, pardo... só a tinta , umas vezes preta outras lilás, percorre suave ou asperamente o levemente matizado papel .
Para isso é preciso viajar, olhar, sentir cada esquina, a maior parte das vezes num querer “sentir tudo de todas as maneiras” , com um nervosismo diário à flor da pele, sem conseguir estar quieto ou parado, porque tudo é novo, tudo é diferente e o tempo voa...
A maior parte das vezes o que se regista nem é tanto o que se sente, mas o objectivamente feito e observado. O resto fica gravado noutras folhas , noutras páginas que só o viajante conhece ou sente ou respira.
Seja como for , entre aquilo que vejo e o que sinto no viajar , algumas impressões estão gravadas em papel, por isso, já lá vão três diários, este - último - alusivo a Austrália (um sonho adiado...) será o quarto e iniciou-se neste mês de Julho.
A viagem de Julho já lá está registada, para passar a limpo para outra página, desta feita menos de papel, mais de tela e mais de blogue e mais de world wild web.
Diário I
Diário II (Alsácia e ao longo do Mosel e Rhein)
Diário III
Diário IV
sexta-feira, 11 de junho de 2010
À espera de melhores dias
A AC tem estado estacionada.
À espera de melhores dias.
Mesmo sem ela uma breve fugida.
O mar é sempre o anseio de quem vive rodeado de plainos abandonados.
A casa à beira-mar tem um interior com o mar a tocar-lhe,


e no exterior o mar toca a casa...

em dias de grandes marés.
Na calma de Maio tudo passa com uma leve maresia e as gotículas da suavidade.
Onde?
Adivinhem, se conseguirem...
À espera de melhores dias.
Mesmo sem ela uma breve fugida.
O mar é sempre o anseio de quem vive rodeado de plainos abandonados.

A casa à beira-mar tem um interior com o mar a tocar-lhe,


e no exterior o mar toca a casa...

em dias de grandes marés.
Na calma de Maio tudo passa com uma leve maresia e as gotículas da suavidade.
Onde?
Adivinhem, se conseguirem...
quinta-feira, 18 de março de 2010
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